sábado, 29 de dezembro de 2012

Sobre destruir o que mais amamos


"A gente sempre destrói aquilo que mais ama
em campo aberto, ou numa emboscada;
alguns com a leveza do carinho
outros com a dureza da palavra;
os covardes destroem com um beijo,
os valentes, destroem com a espada." 


Hoje eu entendo o valor, o profundo valor das palavras que um dia Oscar Wilde escreveu.

Profundamente magoado ou não, o importante é que eu finalmente aprendi a agir com a consciência, com a razão, sem emoções a ponto de me trair – como bem alertaram os antigos gregos.

Meu grande irmão Gio ficaria feliz de saber disso. Eu finalmente consegui cara! Mas como tudo na vida tem um preço... Esse artigo falara justamente sobre isso.

Perder alguma coisa ou abrir mão dela não tem um só lado ruim a se apontar. Para ser sincero, as vezes, para que não se abale de tal maneira as bases estruturadas da moralidade e dos bons costumes, as vezes! Precisamos ser derrotados

Em alguns casos somos derrotados por pessoas que nem conhecemos, vide aqueles casos em que perdemos a vaga do emprego e outro foi lá e tomou o seu lugar.

Mas as vezes temos plena consciência de quem nos derrotou. E isso é o que ocorre quando tocamos na ferida do nosso coração.

Geralmente quando eu abordo esse tipo de assunto eu estou me referindo a terceiros. Porém, há casos que faço questão de contar e que acontecem comigo.

Quem me derrotou? Eu mesmo. Por que eu queria uma coisa mas abri mão dela. Oras, para se fazer esse tipo de jogada eis que um bem maior que esse que abrimos mão tem de estar a vista... foi o que aconteceu. Eu vi que mais vale a plena consciência da felicidade do que viver o resto da minha vida com culpa.

Então, diferente de como já foram milhões de vezes que lia a poesia de Oscar, desta vez eu entendi! A gente destrói aquilo que mais amamos. Para colocar outra coisa no lugar. Alguns destroem como força, outros com a espada. Alguns insistem em destruir tudo com a cruz! Mas no final acabamos por destruir o status quo que originou toda essa confusão de valores.

Eu ainda não sou bom o suficiente pra poder expor com mais clareza esse tipo de assunto. Mas não gostaria de morrer para que tudo o que eu disse ecoasse pelos confins do universo.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Do como é viver uma ficção cientifica


Primeiramente, não me perguntem, tampouco se perguntem, o porquê de um sujeito sem classe. Não hoje, mas nos próximos artigos tentarei explicar, prometo.

Já parou pra pensar que vivemos numa realidade tipo filme de ficção cientifica? Me lembro logo do filme do alien. Naquele tempo os filmes tinham mais criatividades do que os filmes que os filmes que estão por ai hoje em dia.


Voltando. Repararam que tipo a pessoa que esta com você necessariamente esta com você ou por uma imposição do destino ou por que os caminhos escolhidos por você o levaram a estar com essa pessoa. Mas não só isso!

Imaginem se o mundo fosse uma construção ilusória, tipo como são as construções do teatro – falta me um cigarro nessas horas.

Eu queria partilhar com vocês, poucos leitores, os poucos momentos em que eu pondero sobre a vida e logo me da uma vontade de escrever.

Assim foi com o tema acima. Tive uma vontade louca, mas louca mesmo! Corri pro quarto, abri o computador e comecei a contar as linhas desse mais novo blog que tem como finalidade justamente contar sobre as ponderações que tenho sobre a vida.

Um sujeito sem classe não se mistura com nenhum tipo de grupo, tribo ou clã. Um sujeito sem classe vive longe da floresta, ele vive sim no meio da cidade, pois para tornar-se sujeito a de ser membro de uma sociedade.

Um sujeito sem classe pode ser feliz e amargurar vida dos outros. Isto por que um sujeito sem classe esta interessado somente nele, e nada mais que não vai além dele.

Chegou o tempo em que eu me encontrei. Não na loucura que estou agora, mas na plenitude intelectual e cultural que estruturei pra mim. Além de servir como o recanto das ponderações, o pobre leitor poderá conhecer um pouco mais de quem sou, daquele, afinal, que não tem classe – aliás, nunca procurou fazer parte de uma.

Olha se tem uma coisa que eu adoro de verdade sem duvida é umas musicas com uma pegada antiga. Tipo essa musica que eu postei aqui:


Essas musicas me faz ter vontade de sentar em pleno o deserto e olhar para o horizonte do crepúsculo. Seria lindo! Eu com todas aquelas roupas que só mesmo um mulçumano poderia usar – um mouro legitimo!

Meu primo me disse que tenho vocação pra ser historiador. Sabe que eu nunca havia pensado nisso! A vocação que pretendi para mim é ser advogado. Por essa razão o rigor quanto a forma da escrita é maior -  me falta um cigarro droga!

Mas voltando a musica e o estilo de musica tipo antiga e talz. Olha, eu realmente poderia estudar historia. Não tem problema algum. Só não sei um bom motivo pra refutar esse tipo de premissa que realmente se faz muito forte.

Ele havia me dito também que como um cara que somente gosta de ler coisas de história ele não vê o porquê. Isto por quê ele acha que estudando esse tipo de assunto eu nunca chegaria a uma resposta absoluta do que realmente acontece no mundo.

Olha, se eu não cheguei numa resposta, pelo menos em outros disquetes da realidade eu acho que consegui chegar. Eis o que começamos a falar logo no primeiro dia...

As realidades se confundem. Isto por que cada individuo tem a sua. Logo, tudo o que me parece exato na verdade é relativo sobre o ponto de vista de outrem – eu sei, vai parecer chato esse assunto, mas se quiser, pode pular pros próx. Três parágrafos.

Assim é que se forma os relacionamentos de hoje em dia. O meu, o seu, o nosso. O de todas as pessoas. Mas tudo isso é relativo e as vezes transitório, pois as pessoas mudam demais.

Não tem como não gostar de saber de alguém se esse alguém não me interessa! É meio idiota escrever isso eu sei. Mas faz todo o sentido, pois estamos acostumados a buscar sempre alguém que é um pouco ou totalmente igual a gente!

Olha, eu sinto muito em te dizer, mas terá de ler os outros dois parágrafos anteriores para poder ler este e o próximo – assim, de uma forma bem resumida, as realidade que há entre eu e você, você e eu, você e os outros, eu e os outros e os outros entre os outros e nós é relativo e transitório, logo, não tem por que acreditar, e ai...

V. parágrafo anterior – é que eu descobri que a nossa vida é como um filme de ficção cientifica, tipo o alien ora acima citado.
A vida tem dessas surpresas e pouco são aqueles que percebem que todos os valores as morais e os princípios éticos e valores como o amor, a amizade, o afeto e o perdão, etc., são tudo coisas inalcançáveis jamais sendo possível o ser humano sentir a completude do objeto, sua forma, seu tamanho, peso, quantidade e o espaço que ocupa no mundo.

Tipo, se você não leu os parágrafos anteriores, você não perdeu nada, pois o bom e o grosso da idéia ta aqui – penso assim por que cheguei na conclusão que o meu mundo e o mundo de muitos poucos amigos que tenho é mera ficção cientifica -  que loucura uau!

Eu não espero fazer alguém feliz assim como eu não espero que me esperem eu fazê-las felizes. A vida é curta, dolorosa e muitas vezes nos deixa estúpidos. Por que gostamos dela? Oras, por que é nela que o pecado e a maldade se escondem.

Fiquem vivos e vejam os grandes e eternos valores que vocês cultuarão neste tempo desabarem e desmoronarem sobre as suas cabeças. Nada passa de uma grande e verdadeira mentira!

Estúpidos, a gente somos estúpidos!